Temporada de transição

O Taquaraço reestreiou na V divisão com uma boa campanha. O terceiro lugar garantiu um final de temporada mais tranquilo para a torcida, que em todas as participações anteriores do clube na V divisão teve que conviver com as incertezas trazidas pela disputa de repescagem de rebaixamento. O clube alimentou esperanças de título até a última rodada, dependendo de vitória e dois resultados paralelos para conseguir o troféu logo na sua volta para a divisão. A parte do Taquaraço foi realizada (vitória tranquila sobre o PANTERA NEGRA). Entretanto, tanto InSunOs quanto Discípulos de Chuck Norris venceram seus confrontos e não permitiram a ascensão alviverde na tabela.

O preço a ser pago pelo desempenho acima do esperado no campeonato nacional foi a não-priorização da Copinha de Amistosos. Para continuar com chances matemáticas de título, o Taquaraço fez uma partida de exceção na penúltima rodada em confronto direto contra a equipe do InSunOs, que poderia sagrar-se campeão antecipadamente. O clube alviverde obteve seu objetivo no momento (goleada de 4×0 sobre o futuro campeão do grupo), mas apresentou-se muito desgastada para o confronto decisivo contra o Cubo Mágico na mesma semana. A chance de um resultado positivo na Copinha foi trocada pelo sonho de ser campeão no campeonato.

A consequência dessa troca foi a “classificação” do time para a Xícara, competição de baixa reputação que reúne os clubes desclassificados na fase de grupos da Copinha. A final dessa competição seria realizada contra a antiga equipe do salão de beleza Millennium, atual Tequilleros e futuro sabe-Deus-o-quê. Como já era esperado, o time adversário “arregou” e não apareceu para a partida. O escrete taquarense foi constragidamente declarado vencedor da partida, repassando o troféu indigesto para um discípulo do “Amarelão”.

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